Elevata

AWS Generative AI Competency

IA generativa na AWS que sai do piloto e chega à produção

A Elevata ajuda sua equipe a escolher o caso de uso certo, desenhar arquiteturas com Bedrock ou SageMaker, medir qualidade, controlar custo de inferência e lançar com governança antes de escalar.

Antes da arquitetura

Decisões antes de escolher GenAI

Caso de uso

GenAI é mesmo o caminho?

Esse fluxo é um bom candidato para IA generativa ou busca, regras, automação ou análise de dados resolveriam com mais confiabilidade?

Dados

Fontes atuais e permissionadas

Os documentos e dados estão atualizados, limpos, permissionados e têm um dono responsável por manter a qualidade?

Risco

O que acontece quando a IA erra?

O fluxo precisa de revisão, aprovação, reversão, humano no circuito ou bloqueios para ações sensíveis?

Produção

Critérios antes do lançamento

Antes de lançar, defina conjunto de avaliação, logs, modelo de custo, revisão de segurança, fallback, responsável e playbook operacional.

Prova antes de promessa

Expertise validada em AWS para IA generativa em produção

Projetos de IA generativa falham quando são tratados como demonstrações, não como sistemas que precisam operar: sem conjunto de avaliação, sem dono dos dados, sem modelo de custo, sem fallback e sem responsabilidade clara depois do lançamento. A Elevata combina cloud, dados e IA na AWS para converter um caso de uso em arquitetura, avaliação, backlog, runbook e controles de custo.

Fit e não fit

Para equipes com fluxo real, dados acessíveis e intenção de produção

É um bom fit quando CTOs, líderes de dados, produto, operações ou atendimento têm um workflow específico, fontes de dados identificáveis e um patrocinador que aceita critérios de avanço ou interrupção. Não é o caminho certo para automação total sem revisão, dados sem dono, promessa de créditos AWS ou uma POC desconectada da operação.

Decisão técnica

Bedrock, SageMaker, plataforma de dados ou não GenAI?

Bedrock, SageMaker, plataforma de dados ou não GenAI?
Quando faz sentidoO que validar antes
Amazon BedrockQuando você precisa acessar modelos de base com segurança, criar RAG, agentes, guardrails e aplicações rapidamente sem gerenciar infraestrutura de modelo.Permissões dos dados, qualidade da busca, conjunto de avaliação, latência e custo por tarefa.
SageMakerQuando o caso exige mais controle: treinamento, fine-tuning, implantação especializada ou fluxos de MLOps.Qualidade dos dados de treino, propriedade do modelo, MLOps, padrão de inferência e sustentação.
Plataforma de dados primeiroQuando a ideia de IA é boa, mas os dados estão desatualizados, espalhados, sem permissão clara ou difíceis de recuperar.Dono dos dados, atualização, controle de acesso, metadados e fonte oficial.
Ainda não é GenAIQuando busca, regras, análise de dados, automação ou uma interface mais simples resolvem com mais confiabilidade.Fluxo do usuário, custo do erro, métrica de negócio e esforço de manutenção.

Decisão antes do modelo

IA generativa é mesmo a resposta para este fluxo?

O primeiro filtro não é Claude, Titan, Llama, Bedrock ou SageMaker. É entender se o trabalho exige geração, raciocínio e linguagem natural, ou se busca, regras, automação, análise de dados ou uma interface melhor resolveriam com menos risco.

Use IA generativa quando

  • O trabalho envolve linguagem, documentos, síntese, classificação, perguntas abertas, triagem ou recuperação de conhecimento que muda com frequência.
  • Há fontes autorizadas, dono do processo, métrica de sucesso e risco administrável se a resposta precisar de revisão.
  • O primeiro escopo pode ser limitado a um fluxo, um conjunto de dados e um grupo de usuários antes de escalar.

Use busca, regras ou automação quando

  • A resposta correta é determinística, o fluxo segue regras simples ou a principal dor é encontrar registros estruturados.
  • Os dados estão desatualizados, sem permissão clara, sem fonte oficial ou sem responsável por qualidade.
  • O custo do erro exige aprovação humana, fallback, revisão jurídica ou um processo mais simples antes de qualquer automação com IA.

Matriz de pontuação do caso de uso

  • Pontue por valor de negócio, prontidão dos dados, viabilidade técnica, risco, clareza da avaliação, latência e custo por tarefa.
  • Priorize casos de alto valor e alta prontidão, não o fluxo mais ambicioso ou politicamente visível.
  • Defina antes da POC o que precisa estar bom para continuar: qualidade, fidelidade às fontes, custo, segurança e adoção.

Bons primeiros projetos

  • Assistente de conhecimento interno com fontes aprovadas e respostas rastreáveis.
  • Triagem de suporte, classificação de documentos, revisão de políticas ou resumo de materiais repetitivos.
  • Revisão de uma POC existente para decidir se deve melhorar recuperação, reduzir escopo, adicionar avaliação ou parar.

Da POC à produção

Como levamos um caso de uso de IA generativa para execução

1

Diagnóstico de prontidão

Em geral, 1 a 2 semanas para mapear workflow, sponsor, fontes, riscos, critérios de sucesso, lacunas de dados e caminho build/não build. O prazo depende da disponibilidade de pessoas e informações.

2

POC ou piloto estreito

Quando o caso de uso, o dono dos dados e a métrica estão claros, uma prova de conceito delimitada costuma levar 2 a 4 semanas, com conjunto de avaliação e custo por tarefa desde o início.

3

Endurecimento para produção

Implementações com RAG, agentes, integrações, revisão de segurança, monitoramento e passagem para operação costumam levar 6 a 12 semanas ou mais, conforme dados, compliance e integrações.

4

Handoff e operação

Documentamos runbooks, donos, métricas, alertas, revisão de prompts/modelos, fallback, custos e rotina de melhoria para o time interno ou operação gerenciada.

O que você recebe

O que uma avaliação de IA generativa deve entregar

A avaliação precisa converter uma ideia ou POC em decisões utilizáveis: construir, reduzir escopo, corrigir dados primeiro ou escolher uma solução mais simples.

Ranking e recorte do caso de uso

  • Lista priorizada de casos por valor, prontidão dos dados, risco, custo, avaliação e dono do processo.
  • Escopo da primeira fase: usuários, fontes, ações permitidas, limites e critérios para continuar ou parar.
  • Decisão explícita sobre o que não será automatizado no piloto.

Arquitetura e avaliação

  • Direção Bedrock, SageMaker, RAG, agentes, Amazon Q, plataforma de dados ou caminho não GenAI.
  • Conjunto de avaliação para qualidade, fidelidade às fontes, latência, custo, precisão de ferramentas, fallback e esforço humano.
  • Arquitetura-alvo com fontes de dados, permissões, logs, guardrails, revisão humana e runbook inicial.

Governança, privacidade e operação

  • Responsáveis por modelo, prompt, dados, segurança, custo, aprovação humana, monitoramento e revisão de mudanças.
  • Riscos por mercado e workload: LGPD no Brasil, PIPEDA no Canadá, dados sensíveis, região, logs, retenção e revisão jurídica quando aplicável.
  • Modelo de custo por tarefa incluindo tokens, embeddings, vector search, retries, chamadas de ferramenta, observabilidade e revisão humana.

Entrega

Como a Elevata move IA generativa na AWS para produção

Estratégia e pontuação de casos de uso

Workshop para comparar workflows por valor de negócio, prontidão dos dados, viabilidade, risco, avaliação, latência, custo por tarefa e responsabilidade depois do lançamento.

Arquitetura Bedrock, RAG e agentes

RAG com Knowledge Bases, agentes, guardrails e integração com dados corporativos, com permissões, fontes autorizadas, avaliação, custo por tarefa e operação definidos cedo.

SageMaker quando o controle extra é necessário

Treinamento, fine-tuning, avaliação e implantação especializada com SageMaker quando modelos de base não bastam, ou quando MLOps, ownership e padrões de inferência exigem mais controle.

Fundação de dados e qualidade de recuperação

Mapeamos fontes oficiais, permissões, atualização, metadados, chunking, vector search e avaliação de recuperação antes de tentar consertar tudo com prompt.

Avaliação, guardrails e revisão humana

Definimos conjunto de avaliação, fidelidade às fontes, precisão de tool calls, logs, limites, fallback e revisão humana para ações sensíveis.

Custo por tarefa e operação contínua

Monitoramos tokens, embeddings, busca vetorial, retries, latência, observabilidade, custo unitário, revisão de prompts/modelos e runbooks.

AWS

Competência AWS em IA Generativa validada pela AWS

35%

redução em caso documentado de otimização de inferência

250+

lançamentos na AWS em workloads e ambientes

Ecossistema de dados e IA

Integrações com plataformas usadas por times modernos de IA

Sobre a Elevata

Seu parceiro AWS para Consultoria IA Generativa AWS

AWS Advanced Tier Services Partner

A Elevata é uma AWS Advanced Tier Services Partner com Competência AWS em IA Generativa e foco em workloads de produção. Para IA generativa, nosso papel é ajudar sua equipe a escolher o caso de uso certo, validar se GenAI é a solução adequada, desenhar arquitetura AWS, medir qualidade, controlar custo e preparar a passagem para operação com responsabilidades claras.

Mais sobre nós

Perguntas frequentes

O que as pessoas perguntam sobre Consultoria IA Generativa AWS?

Qual a diferença entre Bedrock e SageMaker para IA generativa?

Amazon Bedrock costuma fazer sentido quando a equipe quer acessar modelos de base, construir RAG, agentes e guardrails sem gerenciar infraestrutura de modelo. SageMaker faz mais sentido quando há necessidade de treinamento, fine-tuning, implantação especializada ou fluxos de MLOps com mais controle. Antes da escolha, valide dados, avaliação, latência, custo e operação.

Quanto tempo leva um projeto de IA generativa na AWS?

Um diagnóstico focado normalmente leva de 1 a 2 semanas. Uma prova de conceito bem delimitada pode levar 2 a 4 semanas quando caso de uso, dono dos dados e métrica estão claros. Uma implementação em produção com RAG, agentes, integrações, revisão de segurança, monitoramento e passagem para operação costuma levar 6 a 12 semanas ou mais, dependendo de dados, compliance e integrações.

Já tentamos um chatbot e não ficou confiável. Vale revisar?

Sim, se houver um workflow real por trás da POC. Muitas falhas vêm de fontes ruins, busca fraca, ausência de avaliação, permissões mal definidas, escopo amplo demais ou falta de fallback. Revisamos o que falhou e decidimos se vale melhorar recuperação, mudar arquitetura, reduzir escopo, adicionar avaliação ou interromper antes de gastar mais.

Como vocês medem qualidade e reduzem alucinação?

Começamos com fontes aprovadas, conjunto de avaliação, critérios de fidelidade às fontes, testes de recuperação, limites de ferramentas, logs, fallback e revisão humana para ações sensíveis. Guardrails ajudam, mas não substituem permissões, avaliação, arquitetura de aplicação e governança do processo.

Quais dados precisamos ter antes de começar?

Você não precisa ter tudo perfeito, mas precisa identificar as fontes mais importantes, quem é dono delas, como são atualizadas, quem pode acessá-las e qual resposta seria considerada correta. Se os dados estão espalhados ou sem permissão clara, a primeira fase pode ser modernização de dados e não GenAI.

Como controlar custo de inferência antes de escalar?

Modelamos custo por tarefa, não apenas custo total. Isso inclui tokens, embeddings, vector search, retries, chamadas de ferramenta, logs, observabilidade, latência, fallback e revisão humana. O objetivo é saber o custo de uma resposta, documento, ticket ou ação antes de ampliar o uso.

Podemos usar dados privados da empresa?

Em muitos casos, sim, mas isso exige controles de acesso, classificação de dados, criptografia, logs, retenção, revisão de privacidade e validação jurídica quando houver dados pessoais ou sensíveis. A arquitetura deve documentar o que entra no modelo, o que fica em RAG, quem pode consultar e como o acesso é auditado.

A LGPD ou PIPEDA mudam a arquitetura?

Podem mudar. Projetos com dados pessoais no Brasil ou no Canadá devem considerar finalidade, base legal, consentimento quando aplicável, minimização, retenção, logs, região, fornecedores, controles de acesso e revisão jurídica. A Elevata ajuda a documentar premissas técnicas, mas isso não substitui avaliação jurídica.

A Elevata pode ajudar com créditos AWS para projetos de IA?

Podemos ajudar a avaliar elegibilidade para programas como PoC, MAP ou AWS Activate e organizar premissas técnicas e de negócio para análise. Créditos não são garantidos: disponibilidade, valores, prazos e aprovação dependem dos critérios e regras vigentes da AWS.

O que acontece na primeira conversa?

Traga um fluxo de trabalho, uma fonte de dados ou uma POC existente. Vamos entender objetivo, usuários, fontes, riscos, estágio AWS, preocupação de privacidade, métrica de sucesso e urgência. A saída esperada é um próximo passo claro: construir, reduzir escopo, corrigir dados primeiro ou escolher uma solução mais simples.

Próximo passo

Traga um fluxo de trabalho. Saia com um caminho claro para IA generativa.

Em uma conversa de diagnóstico, ajudamos sua equipe a entender se o fluxo é um bom candidato para IA generativa, qual arquitetura AWS tende a fazer sentido, quais lacunas de dados ou governança precisam ser resolvidas e como deveria ser a primeira fase.

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